OSHO® Born Again

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OSHO® Born Again

Novembro 20 @ 19:00 - Novembro 26 @ 21:00

€149

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Esta terapia meditativa, intensa e transformadora, permite-nos voltar a mergulhar no espaço da infância e recuperar as nossas qualidades essenciais, que foram sendo abafadas e reprimidas ao longo do nosso crescimento e também pelas exigências e expectativas com que nos debatemos enquanto adultos.
Num ambiente seguro, temos a oportunidade de, como uma criança, voltar a saborear a sensação de fluir como um rio e de resgatar a nossa espontaneidade e inocência, a nossa mais pura alegria, o nosso ser brincalhão, o gozo de simplesmente existir. Experimentamos de novo a sensação de sermos um com a nossa verdade interior, de sermos quem somos no nosso âmago.
A vida quotidiana transformar-se-á, pois, e ganhará uma nova leveza e alegria. Renasceremos!

O processo decorre ao longo de sete dias, duas horas por dia. Durante a primeira hora, os participantes entram no espaço da infância e fazem o que sempre quiseram fazer, sustentados pela energia do grupo mas permanecendo sempre no seu espaço interno individual. A primeira hora dá lugar a uma segunda hora de silêncio que será, possivelmente, um dos momentos meditativos mais profundos alguma vez experimentados pelos participantes.

Osho descreveu assim a primeira parte do processo:

Lembrem-se disto: recuperem a vossa infância. Toda a gente alimenta um desejo intenso de resgatar a infância mas ninguém faz nada para que tal aconteça. Toda a gente o deseja! As pessoas fartam-se de dizer que a infância é o paraíso e muitos poetas escrevem poemas sobre a beleza da infância. Quem vos impede? Resgatem-na! Aproveitem esta oportunidade para o fazer.
 
A poesia não vos vai ajudar e apenas a lembrança de que a infância é um paraíso também não é de grande ajuda. Porque não entrar novamente na infância? Porque não voltarem a ser crianças? Digo-vos que se conseguirem ser novamente crianças, começarão a crescer de uma outra forma. Pela primeira vez, estarão de novo realmente vivos. E a partir do momento em que possuírem os olhos de uma criança, os sentidos de uma criança – jovens, vibrando com vida – a vida inteira vibrará convosco.

Lembrem-se de que é a vossa vibração que precisa de mudar. O mundo vibra em êxtase contínuo, só que vocês não estão sintonizados. O problema não reside no mundo mas sim em vós: vocês não estão sintonizados com o mundo. O mundo está sempre em dança, em celebração, cada momento é uma festa. A festa continua de eternidade em eternidade mas vocês não estão sintonizados. Vocês separaram-se do mundo e vivem muito sérios, muito sabedores, muito maduros. Enclausurados. Desfaçam-se desta clausura! Vão de novo ao encontro da corrente da vida. Quando vier a tempestade, as árvores dançarão; dancem também! Quando chega a noite e tudo escurece, permaneçam também no escuro! E de madrugada, quando o sol nascer, deixem igualmente que nasça em vós! Sejam como uma criança, desfrutem, não pensem no passado.

Uma criança nunca pensa no passado. Ela nem tem tempo para se pôr a pensar no passado. A criança não se preocupa com o futuro, não tem consciência do tempo. Vive sem qualquer preocupação. Vive no momento, sem transportar consigo qualquer peso do passado. Quando se zanga, zanga-se e, na sua zanga, diz à mãe: “Odeio-te”! E não são palavras apenas, é uma realidade. Naquele momento, ela encontra-se verdadeiramente em ódio total. No momento seguinte, sairá do ódio ,rir-se-á, dará um beijo à mãe e dir-lhe-á “Adoro-te”! E não existe qualquer contradição. Trata-se de dois momentos diferentes. A criança foi ódio total e agora é amor total. A criança flui como um rio, em ziguezague. Mas onde quer que se encontre – onde quer que o rio se encontre –, ela é total, fluida.

Durante estes dias, sejam como uma criança – totais. Se odiarem, odeiem; se amarem, amem; se estiverem zangados, estejam zangados; e se estiverem alegres, estejam alegres e dancem. Não carreguem nada do passado. Mantenham-se verdadeiros em relação ao momento, não desejem o futuro. Durante estes dias, abandonem o tempo. Abandonem o tempo! É por esta razão que vos digo para não serem demasiado sérios: porque quanto mais sérios forem, mais conscientes estarão do tempo. Uma criança vive na eternidade; para ela o tempo não existe. Não está sequer consciente dele. Estes dias serão dias de verdadeira meditação se abandonarem o tempo. Vivam o momento e sejam-lhe fiéis.

Sejam brincalhões. Será difícil porque vocês estão demasiados estruturados. Têm uma armadura à vossa volta e é-vos muito difícil torná-la menos apertada, relaxá-la. Não conseguem dançar, não conseguem cantar, não conseguem saltar, simplesmente; não conseguem simplesmente gritar e rir e sorrir. Mesmo que desejem rir, primeiro querem que haja algo de que se possam rir. Não conseguem rir sem mais. Tem de existir uma causa e só aí conseguem rir. Tem de haver uma causa e só nesse caso conseguem chorar.

Ponham de lado o conhecimento, ponham de lado a seriedade; divirtam-se com totalidade durante estes dias. Não têm nada a perder. Se não ganharem nada, também não perderão nada. O que poderão perder se se divertirem? Mas eu digo-vos: nunca voltarão a ser os mesmos. A minha insistência na diversão e na brincadeira tem a ver com o seguinte: eu quero que regressem ao ponto em que deixaram de crescer. Houve um momento na vossa infância em que deixaram de crescer e começaram a ser falsos. É possível que estivessem zangados, numa birra de criança, e o vosso pai ou a vossa mãe disseram: “Não te zangues! Isso não é bom”. Vocês estavam a ser naturais mas criou-se uma divisão e surgiu uma possibilidade de escolha. Se tivessem continuado a comportar-se naturalmente, não teriam o amor dos vossos pais. Durante estes dias, quero catapultar-vos para o momento em que começaram a ser bons meninos em vez de meninos naturais. Sejam brincalhões e reconquistarão a vossa natureza de criança. Será difícil porque terão de deixar de lado as vossas máscaras, os vossos rosotos; terão de largar a vossa personalidade. Mas lembrem-se de que a essência só se pode manifestar quando a personalidade desaparece uma vez que a vossa personalidade se transformou numa prisão. Ponham-na de lado. Será doloroso mas valerá a pena porque renascerão a partir daí. E nenhum renascimento é possível sem dor. Se estiverem realmente determinados a renascer, arrisquem.

in Osho, Meditação: A Primeira e Última Liberdade

 

INSCRIÇÃO E PAGAMENTO
O pedido de inscrição deve ser dirigido para o e-mail: darshan@darshan.life

Valor total do curso: 149€ (50€ inscrição + 99€ a pagar no primeiro dia do curso)

CONTACTO:
Darshan: 966 519 065
darshan@darshan.life

Detalhes

Início:
Novembro 20 @ 19:00
Fim:
Novembro 26 @ 21:00
Custo:
€149
Categoria de Evento:
Site:
http://www.darshan.life

Organizador

Darshan.life

Local

Avenida 5 de Outubro 359
Lisboa, Portugal + Mapa do Google
Telefone:
+351966519065
Site:
www.darshan.life